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  • Dr. Renato Pereira da Costa

OSTEOPATIA E DOR: UMA OPÇÃO PARA O TRATAMENTO

Praticada a mais de 145 anos, a osteopatia ainda é uma opção terapêutica desconhecida e não acessível para muitos. Atualmente são vários os esforços, por parte das associações, sociedades e escolas de formação em osteopatia no Brasil e no mundo para divulgar a especialidade e as inúmeras possibilidades de tratamento. Por meio do tratamento osteopático é possível tratar casos como cervicalgias, torcicolos, dorsalgias, lombalgias, hérnias discais, enxaquecas e cefaléias recorrentes, dores em ombro, quadril, joelhos entre outras queixas. A osteopatia em sua abordagem considera o corpo como uma unidade funcional e busca tratar a causa dos sintomas referidos. O modelo atual de diagnóstico e tratamento praticado pela maioria dos profissionais da saúde tende a tratar principalmente os sintomas sem se preocupar com a origem ou causa mais provável do mesmo. Vamos a um exemplo, você sabia que um aumento da tensão ou contratura de um músculo da região dorsal chamado grande dorsal ou latíssimo do dorso pode alterar a biomecânica do ombro e gerar dor e limitação do movimento?



Pois é, isso pode ocorrer! Este músculo fixa-se nas vértebras torácicas, mais especificamente nas vértebras torácicas T6, T7, T8, T9, T10, T11 e T12, nas vértebras da região lombar, fáscia toracolombar, crista ilíaca que é uma parte do osso do quadril, posteriormente nas quatro últimas costelas e no úmero, osso que compõe o braço, sua inervação fica por conta do nervo toracolombar que tem origem a partir do plexo braquial. Baseado neste exemplo, podemos então compreender que em muitos casos disfunções pélvicas, vertebrais na região da lombar ou torácica, aumento da tensão facial na região lombar ou alterações costais ou mesmo cervicais podem justificar o aumento de tensão muscular e consequentemente afetar a biomecânica. A curto e longo prazo podemos ter a instalação de um quadro doloroso, porém a longo prazo a alteração biomecânica pode gerar processos inflamatórios de repetição e consequente degeneração estrutural o que pode deixar sequelas como costumamos observar na prática clínica e limitar o tratamento e exigir providências cirúrgicas.

Ainda considerando o exemplo anterior, talvez você compreenda agora porque muitas pessoas que se submetem ao tratamento cirúrgico do ombro como primeira opção ou que realizam inúmeras sessões convencionais de fisioterapia mantém a queixa de dor e limitação do movimento, temos que buscar a causa e não tratar as consequências.

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vai se surpreender com os resultados!!!!










Não perca tempo tratando consequências, o melhor tratamento é o que busca a causa das disfunções.

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